sábado, 10 de setembro de 2011

Garra e Determinação

Encontrei a primeira epígrafe da minha dissertação de Mestrado.

"Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores."
Cora Carolina

domingo, 4 de setembro de 2011

Comportamento pró-social - altruísmo


Fragmentos do MENTOR VIRTUAL - A Mulher

EDUCAR - Rubem Alves

educação e vida

"O homem deve ser sujeito de sua própria educação." Paulo Freire

Lindo como Paulo Freire define e defendia suas inspirações educacionais. Pois isso demonstra a liberdade do ser humano evocar suas raízes educacionais. Estudando alguns conceitos sobre a Educação a Distância, em que alguns autores norteiam a prática da autonomia do aluno em aprender, em desenvolver uma certa característica "auto-didata" mediante aos seus conteúdos educacionais, me chamou atenção sobre a liberdade de expressão. Acredito que este tipo de educação acaba por emanar uma concepção, de que cada um pode ser um importante mentor teórico e engajando uma capacidade inexplicável de liberdade e conhecimento nas pessoas, a quais nunca imaginaram poder alcançar um curso de aperfeiçoamento técnico, uma faculdade, uma escola, enfim. Seja como for, hoje sinto que minhas vozes estão sendo ouvidas e esta sensação de liberdade nunca ocorreu devido a imposição institucionais educacionais, por designar apenas o ouvir e muito pouco falar ou exprimentar o doce sabor do que é educar. 

 Renata B. Araújo

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A Educação na Cidade

Por muito tempo refleti sobre algumas palavras que Paulo Freire designou quando referia a educação na cidade e o papel que a escola tinha sobre o progresso social e cidadania de muitos alunos e o papel em que os educadores detinham sobre essa transformação.
Realçava a necessidade de incurtar as formas de distanciamento seja ela horizontal ou vertical do ensino e o monopólio que as Instituições possuía. Em sua fala: " A natureza da prática educativa, a sua necessária diretividade, os objetivos, os sonhos que se perseguem na prática não permitem que ela seja neutra, mas política sempre. É a isto que eu chamo de politicidade da educação, isto é, a qualidade que tem a educação de ser política. Daí a imperiosa necessidade que temos, educadores e educadoras progressistas, de ser coerente, de diminuir a distância entre o que dizemos e o que fazemos."
Por esta necessidade de educar progressivamente que devemos nos despir-se da carapuça da identidade formalizada e procurar a singularidade do ensino dos moldes mais autêntico desenvolvendo o papel de educador humanista.